Pular para o conteúdo principal

Apple torna-se a marca mais valiosa do planeta, aponta estudo

Apple torna-se a marca mais valiosa do planeta, aponta estudo
A fabricante do iPad e iPhone ultrapassou o Google, que manteve sua posição por quatro anos consecutivos

A Apple é a marca mais valiosa do mundo, de acordo com um estudo anual divulgado nesta segunda-feira (9/5), pela agência Millward Brown. Com isso, a empresa de Steve Jobs acabou com a soberania do Google, que, há quatro anos,  ocupava o primeiro lugar do estudo.

Segundo o levantamento, a marca Apple vale cerca de US$ 153 bilhões, o que a coloca no topo do ranking das 100 marcas mais valiosas do mundo. Já o Google aparece em segundo lugar na lista, com US$ 111,5 bilhões.

O diretor de marcas globais da Millward Brown, Peter Walshe, atribui os bons resultados da fabricante do iPad e do iPhone ao fato de que a empresa conseguiu se diferenciar de outros fornecedores de eletrônicos de consumo ao ter uma preocupação com detalhes e, ao mesmo tempo, aumentar a presença de seus produtos no mercado corporativo.

“A Apple está quebrando as regras em termos de modelo de preços”, informou Walshe à agência
Reuters, ao analisar os dados do estudo. De acordo com ele, ao posicionar seus produtos com um alto valor, a empresa reforça o desejo dos consumidores por seus equipamentos. “Obviamente que isso precisa estar aliado a bons produtos e a uma boa experiência. E a Apple tem nutrido isso”, acrescentou.

Entre as dez principais marcas listadas pelo estudo, seis delas estão relacionadas a empresas de tecnologia e de telecomunicações. Além de Apple e Google, no terceiro lugar aparece IBM, seguida por Microsoft , na quinta posição, AT&T e China Mobile, respectivamente, no sétimo e nono lugares.

Três empresas brasileiras aparecem na lista mundial da Millward Brown: Petrobrás (61ª posição), Itaú (90ª) e Bradesco (98ª).

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Como a ausência da ANPD cria entraves para empresas instituírem a LGPD

A constituição da Autoridade Nacional de Proteção de Dados é peça-chave para a regulação da lei e fiscalização das práticas Por Lucas Paglia e Mateus C. Bacchini* A  Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD)  só poderá começar a multar as empresas, por meio da  Autoridade Nacional de Proteção de Dados  (ANPD) , a partir de agosto de 2021, conforme lei no. 14.010/2020 sancionada pelo Presidente da República. Prevista na Lei Geral de Proteção de Dados, a ANPD tem como função zelar, implementar e fiscalizar o cumprimento da lei em todo o país.   Além disso, serve para regulamentar mais de 20 pontos da legislação e emitir diretrizes sobre o tratamento de dados pessoais. Por isso, é importante a criação da ANPD para regulação do tema. Mais de um ano após a sanção presidencial de Michel Temer, a ANPD, até o presente momento, não saiu do papel e a sua ausência tem causado grandes desafios não apenas na adequação de empresas e órgãos públicos à LGPD, mas também no cenário a...

Chinês faz live dormindo e ganha mais de 18 milhões de visualizações

Em apenas duas noites de sono, jovem conseguiu mais de R$ 46.700 em moeda virtual, o equivalente a R$ 18 mil em dinheiro de verdade. Um chinês conseguiu o que muita gente quer e acha impossível: ganhar dinheiro dormindo. Yuan San, username do rapaz no Douyin, versão chinesa do  TikTok , começou a fazer lives dormindo e viralizou com o conteúdo inusitado. Em apenas duas transmissões, o jovem recebeu 76.800 yuanes em recompensas virtuais, o equivalente a R$ 46.700 pela cotação atual da moeda chinesa. Convertendo em dinheiro de verdade, o rapaz dorminhoco conseguiu sacar aproximadamente R$ 18.600, tudo em apenas duas noites de sono, transmitidas ao vivo neste mês. Morador da província de Jiangxi, sudeste da China, Yuan San é um ator amador que originalmente publicava vídeos curtos com esquetes na plataforma. Sua decisão de transmitir a si mesmo dormindo foi tomada com o propósito de verificar se ele roncava, o que foi feito pela primeira vez dia 9 de fevereiro.  A...
Câmara aprova lei de crimes na internet Projeto segue para o Senado, mas já desperta críticas A primeira lei brasileira voltada especificamente para punir cibercrimes começa a sair do papel. Até hoje, o país não tem mecanismos legais para lidar com crimes cometidos nos meios digitais, e a justiça tem agido baseada em leis de caráter geral. O projeto aprovado pela Câmara dos Deputados na  última quarta-feira (23/05) pode se transformar na primeira lei criada para combater delitos virtuais. Mas, o caminho para o texto final foi mais que tortuoso. As discussões em torno da nova lei seguiram uma velocidade nada digital: nada menos que 13 anos se passaram desde que a primeira proposta foi apresentada. Essa primeira proposta ficou conhecida como Lei Azeredo, em referência ao deputado Eduardo Azeredo, do PSDB de Minas Gerais, que a encabeçou. O projeto original tinha 23 artigos mas, para conseguir a aprovação da Comissão de Ciência e Tecnologia da Câmara, acabaram restando apena...