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Mostrando postagens de março, 2013
Orkut só tem 3% dos acessos a redes sociais no Brasil Relatório da Serasa Experian comprova o declínio da plataforma do Google Facebook e YouTube conquistaram 83% das visitas a redes sociais no Brasil em fevereiro, respectivamente, 65% e 18%. Os dois sites se afastam cada vez mais do Orkut, terceiro colocado com apenas 3% de participação.  Os dados apresentados nesta quinta-feira, 21, pela consultoria digital Serasa Experian atestam o declínio expressivo da rede social do Google. Um ano atrás, o site respondia por 28,1% do total de visitas a plataformas sociais no país, número que a colocava em segundo lugar no ranking. Ao contrário do Orkut, o  Facebook  não para de crescer. A alta foi de 27,4% em relação a 2012, quando sua participação era de 37,56%. O tempo médio de visitas à rede de Mark Zuckerberg foi de 28 minutos em fevereiro deste ano, enquanto no YouTube, os usuários gastaram 22 minutos e 51 segundos. Em quarto lugar da lista aparece a Ask.fm, c...
Aos 7 anos, Twitter sonha alto na busca por 2,2 bilhões de usuários Conversamos com o diretor-geral do Twitter no Brasil para conhecer os planos da empresa, que comemora aniversário nesta quinta-feira O  Twitter  completa sete anos de existência nesta quinta-feira, 21, sem medo de admitir planos ambiciosos para o futuro. A empresa tem um objetivo muito claro que norteia suas ações: atingir todos os usuários do planeta, segundo o diretor-geral da empresa no Brasil, Guilherme Ribenboim. A tarefa, obviamente, não é simples. Atualmente, a rede social possui 200 milhões de usuários ativos. Se a empresa realmente quiser atingir todo mundo, precisará aumentar em cerca de 10 vezes o número de acessos. As pesquisas divergem um pouco na contagem, mas estima-se que hoje haja 2,4 bilhões de usuários de internet no mundo, cerca de 33% da população total do planeta, segundo dados do  Internet World Stats  de junho passado. De 2011 para 2012, o  Twitter  di...
Ciberataque feito contra a Coreia do Sul teve origem na China Autoridades rastrearam número de IP em computador na China. Hackers autores do ataque ainda não foram identificados. O vasto ataque cibernético contra redes de televisão e bancos na  Coreia do Sul teve sua origem em um endereço IP na China , informou a agência France Presse. No entanto, a identidade dos hackers ainda não foi determinada, segundo os responsáveis sul-coreanos. "Hackers não identificados utilizaram um IP na China para invadir os servidores de seis organizações e entidades e para introduzir um malware que atacou os computadores", declarou Park Jae-Moon, diretor da agência reguladora sul-coreana para as comunicações. O ataque afetou as  redes de televisão KBS, MBC e YTN, e os bancos Shinhan e Nonghyu , que ficaram "parcialmente ou completamente paralisados", anunciou a Agência Estatal de Segurança da Internet da Coreia do Sul (KISA). O provedor de serviços de Internet LG Uplus t...
Malware paralisa bancos e redes de TV sul-coreanas Ataque a um provedor de internet do país fez com que agências bancárias parassem de funcionar durante um período de duas horas . Três redes de televisão e dois bancos sul-coreanos sofreram com a paralisação de suas atividades após terem sido vítimas do ataque de malwares. Entre os afetados estão as emissoras YTN, MBC e KBS e as instituições bancárias Shinhan, Nonghyup, Jeju e Woori, todos nomes ligados à provedora de acesso LG UPlus. Embora as companhias televisivas não tenham sofrido com interrupções em suas atividades, o mesmo não pode ser dito dos bancos. Segundo a Reuters, os caixas eletrônicos da Shinhan e todas as suas atividades online ficaram indisponíveis por um período de duas horas. Ataque com origens incertas O responsável pelo malware é um grupo identificado como “Whois Team”, que modificou a página oficial da LG UPlus com uma mensagem que afirma que “esse é só o início do Nosso Movimento”. Representantes d...
Exército deve receber R$ 400 milhões para prevenção de "guerra cibernética" Departamento criado pelo ministério da Defesa tem grandes eventos internacionais no país para proteger nos próximos anos. General responsável pela Defesa Nacional Cibernética diz que nenhuma nação está preparada para conflitos  no mundo virtual. (Fonte da imagem:  Reprodução/Olhar Digital ) Você já deve ter ouvido alguma coisa sobre guerra cibernética em algum lugar. Trata-se de fato de uma batalha travada no campo virtual que, provavelmente, teria a função de enfraquecer e causar o caos no território do inimigo. EUA e China já possuem agências desenvolvidas para lidar com esse tipo de ação, e o Brasil deve investir R$ 400 milhões nessa área para se manter seguro. As informações são do General do Exército Brasileiro José Carlos dos Santos, que assumiu em 2012 o Centro de Defesa Cibernética do país, o CDCiber. A cifra que o centro receberá até 2015 deve preparar o país para a prot...